Conheça as Torres do Silêncio, o local de descanso final dos zoroastrianos

De acordo com o zoroastrismo, os mortos não podem ser enterrados, cremados ou jogados ao mar. A solução? Deixar os restos mortais serem devorados por abutres

Segundo a tradição da religião zoroastriana, o corpo de uma pessoa se torna impuro quando ela morre, pois, além de seus restos apodrecerem, rapidamente se tornam o receptáculo de espíritos malignos. Por isso, enterrar, cremar ou jogar ao mar os restos mortais de um zoroastriano é impensável, pois isso contaminaria os elementos como a terra, o ar ou a água.

Para que os cadáveres sejam purificados, eles devem passar por um rito religioso que já existe há 3 mil anos, chamado dokhmenashini. O ritual consiste na prática de expor o corpo no interior de uma Torre do Silêncio, também conhecida como dakhma, às condições do tempo e aos urubus, para que esses devorem a carne da pessoa falecida até só sobrarem os ossos.

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